domingo, 12 de novembro de 2017

Cabo da Roca



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“Eis aqui, quási cume da cabeça
De Europa toda, o Reino Lusitano,
Onde a terra se acaba e o mar começa
E onde Febo repousa no Oceano.”
(Os Lusíadas, Canto III, Luís de Camões)

sábado, 11 de novembro de 2017

Castelo de Santo Ângelo

Sair pela Roma atual com gente tão nossa e amigos foi sensacional. Não sabia se olhava o Rio Tibre tão citado em nossas aulas de História, se acompanhava o ritmo daqueles que por ali já passaram ou se mergulhava profundamente neste universo de tantos e tantos anos.
Tudo misturava, alegria, emoção, curiosidade...
Deparamos com o Mausoléu de Adriano (139 d.C), construído para o Imperador e sua família, enterrados ali.
É possível acompanhar vários momentos da História de Roma neste espaço: coleção de armaduras, armamentos, objetos de mobília e muito mais. `

Uma vista maravilhosa do terraço para o Vaticano e recordar da passagem secreta que o liga até o Estado Papal 
Percorrendo o Castelo vamos compreendendo os seus vários nomes, Adrianeum, Castellum Adriani, Castrum Sancti Angeli, até o nome Castellum Sancti Angeli, pois o Papa Gregorio Magno teve uma visão do Arcângelo Michele durante uma procissão que estava acontecendo para afastar a peste que devastava Roma. Aquela visão foi tida como um presságio. E hoje lá no alto do Castelo você pode ver a estátua do Arcângelo Michele e foi dali que fizemos pose, preces e mais um registro da nossa visita

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terça-feira, 12 de setembro de 2017

Ele nos olha de jeito diferente
Entra nos mais íntimo,
capaz de revelar ainda o que nem sabemos
precisamos seguí-lo,
sentí-lo...
tão vivo em nós
presença em nossa vida, mesmo que distantes às vezes estamos!
Queremos e somos discípulas de Jesus!
O seu caminho está sempre aberto
"(...) Não ardia o nosso coração enquanto Ele nos falava pelo caminho e nos explicava as Escrituras" (Lc 24, 13-35)


Ritos de passagem



Os ritos de passagem marcam momentos decisivos da vida:  no nascimento, no casamento e na morte, e pode se dizer que, em cada um desses casos,  se trata sempre de uma iniciação, pois envolve sempre uma mudança radical de regime ontológico e estatuto social. Quando acaba de nascer, a criança só dispõe de uma existência física; não é ainda reconhecida pela família nem recebida pela comunidade. São os ritos realizados imediatamente após o parto que conferem ao recém nascido o estatuto de “vivo” propriamente dito; é somente graças a esses ritos que ele se integra à comunidade dos vivos. Por ocasião do casamento, tem lugar também uma passagem de um grupo sócio-religioso a outro. O recém casado abandona o grupo dos celibatários para participar, então, do grupo dos chefes de família. Todo casamento implica uma tensão e um perigo, desencadeando portanto uma crise; por isso o casamento se efetua por um rito de passagem. Os gregos chamavam o casamento de télos, consagração, e o ritual nupcial assemelhava se ao dos mistérios. No que diz respeito à morte, os ritos são mais complexos, visto que se trata não apenas de um “fenômeno natural”(a vida, ou a alma, abandonando o corpo), mas também de uma mudança de regime ao mesmo tempo ontológico e social: o defunto deve enfrentar certas provas que dizem respeito ao seu próprio destino post mortem, mas deve também ser reconhecido pela comunidade dos mortos e aceito entre eles. Para certos povos, só o sepultamento ritual confirma a morte: aquele que não é segundo o costume não está morto. Além disso, a morte de uma pessoa só é reconhecida como válida depois da realização das cerimônias funerárias, ou quando a alma do defunto foi ritualmente conduzida a sua nova morada, no outro mundo, e lá foi aceita pela comunidade dos mortos.
ELÍADE, Mircea. Sagrado e profano. São Paulo: Martins Fontes, 1999, p. 50-51

O corpo é meu

Toada de ternura




Meu companheiro menino (...)
Vamos remando,
poque é preciso chegar.
Teu remo ferindo a noite,
vai construindo a manhã.
(...)



Vamos andando, Leonardo.
Tu vais de estrela na mão,
tu vais levando o pendão.
Tu vais plantando ternuras
na madrugada do chão.
 (...)
Mas leva contigo a infância,
como uma rosa de flama
ardendo no coração:
porque é de infância, Leonardo,
que o mundo tem precisão.

Thiago de Mello