segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Mondrian



Foi muito visitar esta exposição.
Vale a pena conferir


Para muitas pessoas, o nome Mondrian remete a uma associação mais ou menos imediata com retângulos de cores primárias delimitados por grossas linhas pretas. Mas ele, como tantos outros mestres das artes, não se manteve a vida inteira no âmbito dos seus trabalhos mais conhecidos. Piet Mondrian (1872-1944) chegou a sua obra mais famosa – Composição com grande plano vermelho, amarelo, preto, cinza e azul – em 1921, depois de uma trajetória que iniciou em 1892, ao ingressar na Academia Real de Artes Visuais de Amsterdã.

Nos quase 30 anos que antecederam a esse despojamento, Mondrian produziu paisagens carregadas de cores escuras, e as vezes sombrias, que caracterizavam a pintura holandesa do século XIX. Aos poucos, ele foi se aproximando dos movimentos artísticos que aconteciam na Europa. Seus tons foram clareando e suas composições ficando mais ousadas à medida em que se aproximava dos pós-impressionistas franceses, enchendo-se das cores e pinceladas vigorosas de Van Gogh, ou experimentando o pontilhismo de Seurat. Num processo contínuo, após uma influência temporária do cubismo, procurou formas de abstrair a realidade e buscar a essência da imagem.

Mondrian e o movimento De Stijl, nome da exposição que o CCBB em parceria com Art Unlimited preparou para os brasilienses, é uma oportunidade imperdível. “Organizamos tudo para que o visitante possa acompanhar esse percurso e entender que aqueles retângulos coloridos que povoam até hoje o imaginário do moderno, e são tão facilmente reconhecíveis, não nasceram de uma hora para outra, nem por acaso”, explica o curador da exposição, Pieter Tjabbes.

A exposição, contudo, não se esgota com a história artística de Mondrian. Há uma segunda etapa, igualmente relevante para compreender o que aconteceu naquele período (1917-1928), que mostra a agitação provocada pela revista De Stijl (O Estilo), o meio escolhido para que um grupo de artistas, designers e arquitetos, incluindo Mondrian, defendesse o neoplasticismo e a utopia da harmonia universal de todas as artes.

Mondrian acreditava que sua visão da arte moderna transcendia as divisões culturais e poderia se transformar numa linguagem universal, baseada na pureza das cores primárias, na superfície plana das formas e na tensão dinâmica em suas telas. E seus companheiros da De Stijl não só tinham visão semelhante, como aplicaram esses conceitos a todo tipo de arte.

No design, por exemplo, é representativa desse movimento a cadeira Vermelha Azul, que Gerrit Rietveld criou entre 1917 e 1923. O mesmo Rietveld levou o De Stijl para a arquitetura, ao desenhar e construir em 1924 uma casa para Truus Schroder-Schrader em que aplicou a paleta de cores primárias privilegiando espaços abertos, luminosidade, ventilação e funcionalidade, rompendo com convenções arquitetônicas da época.

Os princípios expostos nos 12 anos em que a revista De Stijl circulou foram utilizados nas artes plásticas, na arquitetura, na fotografia, no design, na literatura, na tipografia e até mesmo na moda. Em Mondrian e o movimento De Stijl será possível acompanhar, por intermédio de obras originais, maquetes, mobiliários, fotografia, documentários, fac-símiles e publicações de época, essa forma de ver o mundo e as artes que era revolucionária em 1917 e continua moderna até hoje.

Mondrian continuou experimentando até Victory Boogie Woogie, sua última obra, de 1944, pintada quando já morava nos Estados Unidos. Ele morreu de pneumonia, em 1944, aos 71 anos.

A exposição Mondrian e o movimento De Stijl, organizada pela Art Unlimited e patrocinada pelo Banco do Brasil, com apoio do Banco Votorantim, será aberta ao público de Brasília no aniversário da cidade, 21 de abril. São cerca de 100 obras — 30 das quais de Mondrian — e uma seleção de múltiplas manifestações do movimento De Stijl compondo o mais completo conjunto desse período já exibido no Brasil.

A maior parte do acervo é procedente do Museu Municipal de Haia (Gemeentemuseum, Den Haag), da Holanda, que reúne a maior coleção do mundo de obras de Mondrian.

In: http://culturabancodobrasil.com.br/portal/mondrian-e-o-movimento-de-stijl-2/


sexta-feira, 5 de agosto de 2016

O seu caminho está sempre aberto







Ele nos olha de jeito diferente
Entra nos mais íntimo,
capaz de revelar ainda o que nem sabemos
precisamos seguí-lo,
sentí-lo...
tão vivo em nós
presença em nossa vida, mesmo que distantes às vezes estamos!
Queremos e somos discípulas de Jesus!
O seu caminho está sempre aberto
"(...) Não ardia o nosso coração enquanto Ele nos falava pelo caminho e nos explicava as Escrituras" (Lc 24, 13-35)




segunda-feira, 25 de julho de 2016

Emoções

Cada dedo em particular age contra algum problema:
Conheça que emoções estão ligadas a cada dedo:
1. Dedo polegar
Pressione e segure.
Assim, você poderá remover todas as preocupações, os nervos e emoções que causam o estresse.
2. Dedo indicador
Pressione e segure.
Você pode conseguir o controlar todos os seus medos.
3. Dedo médio
Aplicando esta técnica, você poderá limitar a raiva, o rancor e outros sentimentos negativos.
4. Dedo anelar
Ao aplicar técnica neste dedo, você começará a eliminar a depressão e a tristeza.
Também pode ajudá-lo a decidir sobre alguma escolha ou julgamento.
5. Dedo mínimo
Ao pressionar este dedo, você vai conseguir acalmar sua ansiedade.
Além de ajudar a eliminar o pessimismo e concentrar suas energias para atingir uma meta.
Recomendamos que você realize este exercício alternadamente com cada um dos dedos, de ambas as mãos, passando cerca de 1 a 2 minutos entre um dedo e o outro.

sábado, 16 de julho de 2016

Yoga para integração do Corpo, Mente e Alma


“Um total e completo relaxamento cura o corpo. Para isso deve haver uma coordenação entre as 3 facetas de nós mesmos: corpo, mente e alma.” Yogi Bhajan 

“Quando a Kundalini sobe ela sincroniza a energia do corpo com a projeção da mente e a realidade da alma. Gurucharan Singh Khalsa
1. Mantenha os dedos relaxados e abertos. Com o polegar massageie os ouvidos na região indicada com a seta. 1 Minuto.
2. Entrelace os dedos e erga os braços. 4,5 Minutos. Mova o corpo em espiral ascendente a partir da base da coluna vertebral. Sinta como se você estivesse subindo. Mantenha a coluna reta e os cotovelos e braços alongados. 4,5 minutos.
3. Permaneça na mesma posição, faça 3 espirais para cima e incline o corpo pra frente mantendo os braços alongados, tocando sua testa no chão. Repita a sequência por 3,5 Minutos.
4. Deite-se de costas e levante os braços e pernas de modo que você fique equilibrado no osso pélvico, conforme posição indicada na ilustração. Concentre sua atenção olhando na ponta dos seus pés e faça a respiração de fogo. 5 Minutos.
5. Repita o exercício 2, fazendo 52 espirais.
6. Alongue os braços acima da cabeça, mantenha os dedos entrelaçados e faça um shake  vigoroso em todo o corpo. Esta sequência é desintoxicante. 1,5 Minutos.
7. Faça a sequência da rã 52 vezes.
8. Sentado com as pernas flexionadas, braços alongados pra cima e mãos entrelaçadas. Leve a testa até o chão e levante novamente mantendo a coluna alongada. 108 vezes.
9. Sente-se com a coluna reta e cruze as mãos no coração. Entoe um mantra devocional ou se mantenha em oração. 13 Minutos.
Respiração de fogo: Respiração rápida, duas a três por segundo, sem pausa entre a inspiração e a expiração. Comece com uma inspiração regular. Ao expirar o ar é empurrado para fora puxando o ponto do umbigo e o abdômen para trás em direção à coluna. A inspiração flui de forma relaxada após a expiração.

Histórias e Fatos de Beethoven e a Quinta Sinfonia