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Fundação Menino Jesus

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Continue I. Zélia Sob o olhar de Nossa Senhora Auxiliadora, cuidando dos meninos e meninas da Fundação Menino Jesus A zelar por nossa juventude, por suas mães, propagando a Cultura da Vida!

Mariana

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Linda MariAna mais ainda, no mês de maio! Escuto os anjos... Louvam Maria, poesia! Arte, Devoção!!!

A falta que faz ou não

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In: https://youtu.be/GFuNTV-hi9Mhttps://youtu.be/GFuNTV-hi9M

Cabo da Roca

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“Eis aqui, quási cume da cabeça De Europa toda, o Reino Lusitano, Onde a terra se acaba e o mar começa E onde Febo repousa no Oceano.” (Os Lusíadas, Canto III, Luís de Camões)

Castelo de Santo Ângelo

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Sair pela Roma atual com gente tão nossa e amigos foi sensacional. Não sabia se olhava o Rio Tibre tão citado em nossas aulas de História, se acompanhava o ritmo daqueles que por ali já passaram ou se mergulhava profundamente neste universo de tantos e tantos anos. Tudo misturava, alegria, emoção, curiosidade... Deparamos com o Mausoléu de Adriano (139 d.C), construído para o Imperador e sua família, enterrados ali. É possível acompanhar vários momentos da História de Roma neste espaço:  coleção de armaduras, armamentos, objetos de mobília e muito mais.  ` Uma vista maravilhosa do terraço para o Vaticano e recordar da passagem secreta que o liga até o Estado Papal  Percorrendo o Castelo vamos compreendendo os seus vários nomes, Adrianeum, Castellum Adriani, Castrum Sancti Angeli, até o nome Castellum Sancti Angeli, pois o Papa Gregorio Magno teve uma visão do Arcângelo Michele durante uma procissão que estava acontecendo para afastar a peste que devastava...

Não ardia o nosso coração

Ele nos olha de jeito diferente Entra nos mais íntimo, capaz de revelar ainda o que nem sabemos precisamos seguí-lo, sentí-lo... tão vivo em nós presença em nossa vida, mesmo que distantes às vezes estamos! Queremos e somos discípulas de Jesus! O seu caminho está sempre aberto "(...) Não ardia o nosso coração enquanto Ele nos falava pelo caminho e nos explicava as Escrituras" (Lc 24, 13-35)

Ritos de passagem

Os ritos de passagem marcam momentos decisivos da vida:   no nascimento, no casamento e na morte, e pode se dizer que, em cada um desses casos,   se trata sempre de uma iniciação, pois envolve sempre uma mudança radical de regime ontológico e estatuto social. Quando acaba de nascer, a criança só dispõe de uma existência física; não é ainda reconhecida pela família nem recebida pela comunidade. São os ritos realizados imediatamente após o parto que conferem ao recém nascido o estatuto de “vivo” propriamente dito; é somente graças a esses ritos que ele se integra à comunidade dos vivos. Por ocasião do casamento, tem lugar também uma passagem de um grupo sócio-religioso a outro. O recém casado abandona o grupo dos celibatários para participar, então, do grupo dos chefes de família. Todo casamento implica uma tensão e um perigo, desencadeando portanto uma crise; por isso o casamento se efetua por um rito de passagem. Os gregos chamavam o casamento de télos, consagração, e o r...